domingo, 28 de agosto de 2011

Teoria e prática

O trabalho deste sábado, enfocando ainda a mensagem de Jesus, começou com a presença dos companheiros Acely,  Iva, Ilca, Fernanda, Valquíria, Railza, Egnaldo e Lígia; depois chegaram Isabel, Quito, Marilda, Eliene, Roberto, Magali, Waldelice, Jaciara, Frank e, por fim, Edward. Fernando e Regina, enfermos, receberam as vibrações do grupo. Do time dos coordenadores, só Creuza esteve ausente.
Formados os subgrupos, distribuíram-se as questões consignadas para a atividade vivencial em torno dos tópicos "Amor ao próximo", "O reino de Deus" e "Necessidade do perdão".
A questão 1 (O espírita é publicamente reconhecido como exemplo no que concerne à prática da caridade. Isto faz sentido em relação às suas atitudes pessoais?) coube ao subgrupo formado por Egnaldo, Lígia, Marilda e Jaciara; a segunda (Que valor você reputa à aparência das coisas e das pessoas para a efetivação do reino de Deus em seu íntimo? Você vive uma vida simples?) ficou com a turma de Acely, Waldelice, Valquíria e Eliene; a terceira ("Intolerância: uma palavra encarcada de raiva." Como você analisa essa expressão a partir de sua própria experiência, relembrando os momentos em que se viu explodindo perante aquele que lhe "tirou do sério"?) tocou ao subgrupo de Railza, Frank, Fernanda, Quito, Isabel e Edward. Finalmente, Magali, Roberto, Iva e Ilca se encarregaram da última questão (Que dificuldades internas você ainda encontra pra cumprir os regulamentos do Cristo no tocante à necessidade do perdão? Como afastar de si a conduta farisaica na prática do perdão?)
Na partilha, obtivemos, dentre outros, estes comentários:

Egnaldo e Lígia, respondendo pelo grupo à primeira questão, afirmaram estar estudando a Verdade e buscando a evolução nos vários setores da vida - na família, no trabalho, na rua, etc. -, tentando o aperfeiçoamento.
Acely disse valorizar o que observa nos outros como exemplo e incentivo; desse modo, a aparência por si só não exerce qualquer influência em seu aprendizado. Mas não é nem vive simplesmente, acrescentou, dizendo ser muito exigente e detalhista, não se contentando com pouco, mas sem descambar para uma postura consumista, ressaltando especificamente o cuidado pessoal.
Eliene declarou que as pessoas não oferecem o exemplo que lhe serviria e por isso busca em si mesma as qualidades necessárias ao bom viver, observando as próprias atitudes. Disse ainda que ser simples não significa ser humilde e bom. E indagando sobre o que é simplicidade constatou que possui essa qualidade, referindo que a simplicidade está na consciência e isto ela também é parte de sua busca.
Valquíria explicou que estuda a aparência das pessoas com vistas ao aprendizado da simplicidade e da humildade, posto que na aparência, como disse, observa-se a atitude das pessoas. O que busca, então, é competência e humildade, frisou.
Waldelice, por sua vez, disse que já se fiou muito na aparência das pessoas, mas a Doutrina Espírita a fez modificar essa atitude, preconizando a busca pelo conteúdo; no entanto, ela ainda se vê julgando. Quanto à simplicidade, sabe que está na humildade de coração mas encontra-se distante dessa condição.
Iva afirmou faltar compreensão e sobrar despreparo para vivenciar o perdão, precisando de mais tempo para tal empreendimento, além de esboçar a conduta farisaica nesse exercício, devido ao egoísmo. Intensificar as orações é o de que necessita, disse, para domar suas tendências.
Roberto ressaltou que, para exercitar o perdão, é preciso não pensar em vingança e tirar todo o mal do pensamento.
Ilca disse fazer sempre o exercício do perdão, fazendo de conta que não está vendo o comportamento inadequado do outro para com ela e desse modo termina esquecendo toda ofensa recebida; além do mais, disse, ela veio à Cobem para fazer esse aprendizado; o ego ainda a domina, conforme reconheceu, mas declarou estar se esforçando com vistas ao sucesso.
Fernanda salientou que a intolerância é resultado do julgamento e que todos somos intolerantes, mas nem sempre estamos "encharcados de raiva", com o que Railza concordou.
Frank pontuou que não suportar as diferenças nos leva à intolerância, que é a não-aceitação do outro, por isso o perdão não é fácil; temos que aceitar o que nos vem, compreendendo que o outro está ainda no nível da agressão; depois, é preciso esquecer a ofensa para não ficarmos na mágoa, no ódio, etc.
Isabel é de opinião que não precisamos perdoar a ninguém, mas a nós mesmos, embora passemos muito tempo julgando o outro - talvez por isto mesmo.

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