quinta-feira, 21 de setembro de 2017

A Era nova

"Um dia, Deus, na sua caridade inesgotável, permitiu ao homem ver a verdade dissipar as trevas; esse dia foi o advento do Cristo. Depois da luz viva, as trevas voltaram; o mundo, depois das alternativas de verdade e de obscuridade, perdeu-se de novo. Então, à semelhança dos profetas do Antigo Testamento, os Espíritos se põem a falar e a advertir-vos: o mundo foi abalado em suas bases; o raio estourará; sede firmes!"
Esse texto constitui o parágrafo inicial do item 10 das Instruções dos Espíritos ("A Era Nova") referentes ao primeiro capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo ("Não vim destruir a lei"), no qual a mensagem do Espírito Fenélon profetiza os tempos que estamos vivendo na atualidade. É, portanto, o mote para o trabalho que a Coordenação realizará neste sábado, 23 de setembro, marcado pela chegada da Primavera.
Vamos estudar e aprender um pouquinho mais?
Até lá.


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Folga

Por conta da realização do seminário de lançamento do Projeto Semeamar, foi cancelado o encontro do "Jesus de Nazaré" neste sábado, dia 16 de setembro. Ficaremos uma semana (com sabor de quinzena) aguardando o trabalho que Eliene está para apresentar, sobre um tema de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Aguardemos e, enquanto isso, participemos desse seminário, a fim de aprendermos mais um pouco e sabermos a que se destina mais esse projeto da Casa de Oração Bezerra de Menezes.
Até lá.


domingo, 10 de setembro de 2017

Era nova, novos seres?


Após a leitura de todo o item 9 ("A Era Nova") do cap. I ("Não vim destruir a lei") de O Evangelho Segundo o Espiritismo (ESE), e de uma brevíssima explicação do Coordenador acerca do trabalho, a turma - Waldelice, Magali, Fernando, Valquíria, Marilda, Luiza, Quito, Cristiane, Iva, Cristiano, Eliete, Lígia, Egnaldo, Nilza, Isabel e Augusta - foi convidada a comentar em duplas o entendimento da consigna: "Qual é o meu papel nesse movimento, como espírita e cristão?". Aberta a partilha, Egnaldo, mais uma vez, foi o primeiro a falar, declarando que "tento ser uma formiga no processo de somar para a dissipação das trevas, com meu trabalho, que espero ser produtivo, apesar das dificuldades"; e ele encerrou suas palavras recordando este axioma: "não diga a Deus que tem um grande problema, mas diga ao problema que tem um grande Deus".


Depois foi a vez de Luiza, que iniciou contando sobre recente visita, com uma sobrinha, à Igreja do Bonfim, onde ficou encantada ao perceber que a linguagem da missa e o comportamento do padre já se assemelham às pregações na Casa Espírita: "O cristianismo é um só", disse ela. Para Valquíria, a lição do ESE aponta para a evolução de cada um em casa, assim como se mostra na Casa Espírita: "O que é insuperável é o amor, é o perdão", salientou, acrescentando que "não adianta estar aqui [na Cobem, no grupo de estudo] se não houve(r) reforma íntima" - e ela referiu a Parábola dos Trabalhadores da Última Hora, ressaltando que "a época é de [exercitarmos a] paciência, amorosidade e compreensão do outro"; no entanto, a companheira completou, "nós queremos mudar o outro, [esquecendo que] o esforço é individual".

Fernando, por sua vez, após dar um depoimento acerca da intolerância religiosa, declarou respeitar a fé de cada um, embora, "como espírita, não posso permitir manifestações de outros credos na Casa Espírita". Já Iva assegurou ser de solidariedade seu papel nesta nova era da Humanidade. Em seguida, Augusta garantiu que sua função é aprender: "Reunir forças e lembrar, quando posso, do Sermão da Montanha"; segundo ela, "Jesus não pediu nada e deu tudo ao planeta"; a companheira também ressaltou as dificuldades de seu caminho, afirmando que "às vezes, não consigo [fazer o bem a si e aos outros], rodo a baiana", reconhecendo, contudo, que "a reforma íntima só depende de mim".
O papel de Isabel, conforme ela mesma declarou, é "fazer a reforma, me conhecer, ficando de bem comigo para ficar bem com os outros"; para ela, a mudança "tem que ser dentro de mim; tenho buscado isso, para ficar consciente de como me encontro"; esta companheira, que é também a vice-coordenadora do "Jesus de Nazaré", salientou ser esse um processo doloroso, "mas é assim que deixo aflorarem as virtudes, para ajudar nesse esforço de regeneração do planeta".


Quito começou sua fala citando um ensinamento do Espírito Joanna de Ângelis, para quem "precipitado, o homem tomba nas próprias armadilhas; paciente, resolve todos os problemas"; para ele, "estamos vivendo para aprender, somos agentes multiplicadores nas atitudes e verbalização", de modo que "devemos refletir muito sobre orar e vigiar e evocar ao pensamento os ensinos que nem sempre são constantes no dia a dia"; ainda de acordo com este companheiro, "desejamos a perfeição, mas ainda somos grãos de areia nisso tudo".


Coube a Marilda encerrar os comentários e ela declarou que "somos figuras vivas para pontuar, nesta nova era, em casa, no trabalho, na rua..."; afirmou também que "através do comportamento mostramos que somos espíritas-cristãos: nosso modelo é Jesus e imitando-o podemos trazer mais pessoas para o Centro"; ela também aproveitou para fazer um questionamento voltado para as ações solidárias: "Como resolvemos questões pessoais na Casa Espírita - conseguimos? E quanto às pessoas que vêm em busca de esclarecimento?"; segundo a companheira, "temos de ser testemunhos vivos dessa transformação; tudo parte de nós".


E a prece feita por Luiza encerrou os trabalhos desse dia.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A Era Nova

As Instruções dos Espíritos do primeiro capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo (Allan Kardec) tratam da Era Nova e coube a "Um Espírito Israelita" abri-las, no item 9 do citado capítulo, reafirmando a unicidade de Deus e a condição messiânica de Moisés e Jesus, além de frisar a importância do Espiritismo na tarefa de renovação moral da Humanidade. Diz ele, textualmente: "São chegados os tempos em que as ideias morais devem se desenvolver para cumprir os progressos que estão nos desígnios de Deus; elas devem seguir o mesmo caminho que as ideias de liberdade percorreram e que delas eram precursoras. Mas não é preciso crer que esse desenvolvimento se fará sem lutas; não, elas têm necessidade, para atingir a maturidade, de abalos e de discussões, a fim de que atraiam a atenção das massas; uma vez fixada a atenção, a beleza e a santidade da moral impressionarão os espíritos, e eles se interessarão por uma ciência que lhes dá a chave da vida futura e lhes abre as portas da felicidade eterna. Foi Moisés quem abriu o caminho. Jesus continuou a obra, e o Espiritismo a arrematará".
Tal é o fulcro do trabalho que a Coordenação desenvolverá neste sábado, mercê da misericórdia divina, pela ação benemérita dos instrutores espirituais.
Vamos lá?



domingo, 3 de setembro de 2017

Confissão e interesses colaborativos


"Com que interesse você recolhe a colaboração de seus irmãos de caminhada?" 
Essa consigna marcou o trabalho realizado neste sábado, 2 de setembro, sobre a terceira e última parte do Cap. 5 de Boa Nova, intitulado "Os discípulos", na qual o autor espiritual, Humberto de Campos, relata, pela pena do médium Francisco (Chico) Xavier, a disposição de Judas em amealhar dinheiro sob a justificativa de que seria isso necessário à instalação do Reino dos Céus na Terra. À atividade compareceram, além dos coordenadores, Francisco e Isabel, os companheiros Eliete, Fernando, Valquíria, Magali, Marilene, Jaciara, Cláudia, Quito, Egnaldo, Lígia, Cristiane, Augusta e Carminha Brandão. Waldelice também apareceu, mas saiu antes do início dos trabalhos para atender a um outro compromisso.


Porém, antes de tudo procedemos aos comentários alusivos ao encontro do sábado anterior, quando perguntamos de que maneira confessamos Jesus diante dos homens. Assim, Valquíria salientou que "tentamos praticar as lições de Jesus", sendo "a que mais me toca é a do amor, do perdão: quando faço uma reflexão e busco Jesus, a lição do perdão é a que tenho mais exercitado". Por sua vez, Egnaldo declarou que confessar Jesus "é prática da vida"; segundo ele, "posso viver de forma diferenciada, mas minha liberdade relativa para na liberdade do próximo", o companheiro afirmou também que, para viver o Cristo, é preciso salvaguardar a paz. A última fala desse momento coube a Eliete, para quem "a prova é na convivência familiar", passando a relatar um episódio de sua vida pessoal, salientando que nesses testes, com Jesus, caminha bem: "Tenho o dever de melhorar porque faço o aprendizado e o outro não", disse, acrescentando pedir ao Cristo "por essas ovelhas que estão comigo".


Então demos início à atividade do dia e assim procedemos à leitura do texto de Boa Nova, após o que demos a conhecer a nova consigna - "Com que interesse você recolhe a colaboração de seus irmãos de caminhada?" - e convidamos os participantes à discussão desse tema, em duplas, antes da partilha grupal, aberta por Egnaldo. Para ele, "a vida é uma obrigação". Também Augusta, falando em seguida, teve semelhante entendimento, observando que "aqui, temos obrigações e deveres; viemos para resgatar e aprender"; segundo esta companheira, ninguém crer-se perfeito: "Não somos santinhos", disse, ressaltando que "somos rebeldes", razão pela qual "na Terra, é o trabalho em primeiro lugar".


Em sua vez de falar, Marilene reportou-se a seu trabalho na Cobem, onde atua inclusive na Diretoria; segundo afirmou, é preciso "honrar vários compromissos - e precisamos de dinheiro para isso"; essa companheira explicou que "vivemos de doações e precisamos valorizar o que nos dão", acrescentando que a Casa oferece, em contrapartida, "o acolhimento aos necessitados e o esclarecimento quanto ao Espiritismo". Por fim, Magali preferiu salientar trecho da narrativa de Humberto de Campos, o parágrafo em que Jesus, dialogando com Judas - que ponderou a necessidade do dinheiro para a concretização dos planos do Messias -, dirige-lhe as seguintes palavras:


"No entanto, Judas, embora eu não tenha qualquer moeda do mundo, não posso desprezar o primeiro alvitre dos que contribuirão comigo para a edificação do reino de meu Pai no espírito das criaturas. Põe em prática a tua lembrança, mas tem cuidado com a tentação das posses materiais. Organiza a tua bolsa de cooperação e guarda-a contigo; nunca , porém, procures o que ultrapasse o necessário." 




quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Discípulos (III) - a missão continua

O estimado cronista do Além que é Humberto de Campos deixa-nos entender que o comerciante de peixes e miudezas de Cafarnaum chamado Judas, natural de Iscariotes, era por demais apegado ao dinheiro e narra, na última parte do capítulo"Os discípulos", o quinto do livro Boa Nova (psicografia de Chico Xavier), interessante diálogo ente o apóstolo equivocado e o Cristo. Nessa conversa, cujo sentido abordaremos no trabalho deste sábado, dia 2 de setembro, no âmbito do Grupo Jesus de Nazaré, o Mestre faz-no importante recomendação que remete à filosofia univérsica de Huberto Rohden, para quem é possuído pela riqueza quem não a sabe possuir. Judas reconhece a justeza dos planos do Divino Emissário ao determinar as tarefas que competiam a seus discípulos, mas seu olhar ainda estava limitado pelos horizontes da vida material e por isso...
Mas vamos conversar melhor durante a atividade, não é?
Até lá.


sábado, 26 de agosto de 2017

Discípulos em silêncio

No trabalho deste sábado, 26 de agosto, descobrimos que somos 23 os integrantes do "Jesus de Nazaré", porquanto faltaram apenas quatro companheiros à reunião que voltou a discutir a questão dos discípulos de Jesus conforme a narrativa de Humberto de Campos, Espírito, no livro Boa Nova (psicografia de Chico Xavier). Nesse encontro, além de Carminha Brandão, em visita, compareceram Waldelice, Valquíria, Railza, Marilene, Marilda, Magali, Luiza, Jaciara, Iva, Isabel, Fernando, Eliete, Eliene, Cristiano, Cristiane, Cláudia, Augusta e este escriba, dublê de Coordenador. Foi um sábado atípico, melhor dizendo, quase semelhante àquele em que não tivemos a partilha final, realizada somente na semana posterior.
É que após termos feito a leitura do texto e dado uma explicação acerca das recomendações do Cristo a seus discípulos, quando a Coordenação introduziu a consigna do trabalho: "De que maneira você confessa o Cristo diante dos homens?", e a turma terminou de conversar, a palavra ficou com Eliene. Esta companheira justificou sua prolongada ausência explicando encontrar-se fragilizada em razão dos problemas vivenciados em família e assim não houve tempo hábil para os comentários, como de praxe. Em clima de solidariedade, os demais participantes ouviram o desabafo e somente Cristiane se manifestou, agradecendo à outra por fazê-la refletir sobre situação parecida que também experimenta.
Depois disso, e do hino "Eu vivo contente" (letra abaixo) entoado por este Coordenador, a prece feita por Cristiano encerrou a atividade.

Eu vivo contente
Feliz a cantar 
Despreocupado é o meu caminhar
Não tenho problemas
Não tenho aflição
Eu tenho Jesus no meu coração!
Eu tenho Jesus no meu coração (bis)
Não tenho problemas
Não tenho aflição
Eu tenho Jesus no meu coração!