domingo, 17 de junho de 2018

Esforço de superação

Superar os obstáculos significa espiritualizar-se para vencer o domínio da matéria sobre si mesmo. Com essa frase iniciamos a atividade do sábado, dia 16 de junho, sobre a necessidade de se entender o Evangelho e assim atender ao apelo do Cristo para o cumprimento da vontade divina. O trabalho, levado a efeito pela Coordenação do "Jesus de Nazaré", teve a participação de Carminha, Regina, Iva, Isabel, Marilda, Fernando, Luiza, Jaciara, Nilza, Cláudia, Cristiane e Augusta, além deste escriba, dublê de Coordenador.
Depois de algumas considerações acerca da "falta de estímulo" dos integrantes comentada por Carminha, procedemos à leitura do texto de Emmanuel em Fonte Viva (psicografia de Chico Xavier), intitulado "Quem lê, atenda", no qual esse Espírito, repetindo as palavras de Jesus grafadas no Evangelho de Mateus (24:15), diz-nos que "o problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a divina Vontade".
Isso feito, a consigna - "Você consegue superar os obstáculos que sua vinculação ao mundo oferece para testemunhar o Cristo?" - e a turma foi convidada a dialogar em duplas antes da partilha grupal, iniciada por Regina, para quem ao avaliar a si mesma vê as fases da vida, desde a infância, e faz retrospectiva de sua jornada evolutiva; segundo a companheira, "hoje estou no estágio do amadurecimento, da superação, vivendo situações novas, e ao mesmo tempo que tento superar, elas me chocam, exigindo minha compreensão e aceitação; ela disse também que, nessa condição, vê-se como "ponte", frisando ainda sentir atração pelas "coisas mundanas": "O próprio corpo não permite fazer essas coisas" - e ela falou de alguns excessos cometidos - "e tenho que ficar quieta"; reconheceu, porém, exagerar em alguns comportamento, embora sua condição de saúde já não os permita, e considerou que os freios são "Deus, fazendo com que eu entenda suas leis".
Marilda, em seguida, revelou viver situações que a fazem exercitar a paciência necessária à superação dos obstáculos; segundo afirmou, raramente se pensa no aprendizado quando a dificuldade aparece: "A não ser quando o sono falta, aí a gente ora, recorrendo à fé, porque esta é constante"; a companheira também salientou que "quanto mais a gente trilha este caminho, mais sofisticados ficam os obstáculos - e a gente é sempre testada - e isso mexe comigo"; finalizando, ela afirmou que "o bom é que não fico na zona de conforto".
Cláudia, por sua vez, disse saber que tudo vai passar, os problemas serão resolvidos, "mas quando me vejo o olho do furacão não consigo pensar em nada, embora saiba que estou sendo preparada para algo melhor"; esta companheira também afirmou não estar no patamar que possibilite ver de imediato a saída da situação difícil, assim "entrego-me à fúria, ao estresse, mas sem me colocar como vítima"; o que acontece, disse, é que "não paro para ver a saída"; ela ressaltou ficar angustiada ante os cuidados com a mãe idosa e a vida profissional.
"Agradeço a Deus por vencer os obstáculos", disse Iva, acrescentando que "tudo na vida precisa de base; se tenho organização, vencerei os percalços, é questão de compreensão", afirmou, salientando que, para tanto, "a fé deve ser sólida, raciocinada". Quanto a Augusta, esta declarou que "cada um sabe de si e Deus, de todos", ressaltando que "a lei é a mesma para todos"; segundo ela, não queremos ainda fazer concessões à alma porque o bom, para o espírito inferiorizado, são os prazeres materiais: "Mas na hora H o corpo expulsa o Espírito", completou, frisando não ser ela mesma perfeita como o Cristo.
Fechando os comentários, Carminha observou ser nosso crescimento intelectual muito mais rápido que o moral, de modo que "a gente lê e não pratica, mas que bom que a gente já lê"; para ela, as lições lidas ficam no subconsciente e por isso transpor os obstáculos não é fácil; depois, comentando sobre a viuvez, chegando a emocionar-se, disse que "hoje, muitas coisas perderam o sentido, vejo tudo de modo diferente, mas os obstáculos não foram todos vencidos ainda", o que a obriga a "caminhar de outra maneira", ressaltando que "isso é a tomada de consciência"; para a companheira, com a assimilação de outros valores "sua cabeça muda" - e finalizou: "Graças a Deus, precisei passar por essa dor tão grande para abrir os olhos".

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Quem não lê...

...mal fala, mal ouve, mal vê - é o que diz o ditado, que nos leva a considerar as palavras de Emmanuel no primeiro capítulo de seu livro Vinha de Luz (psicografia de Chico Xavier), intitulado "Quem lê, atenda". Esse texto será o subsídio do trabalho que a Coordenação apresentará neste sábado aos integrantes do "Jesus de Nazaré", enfatizando a superação dos obstáculos para a vivência do Evangelho o mais plenamente possível. Para que possamos vencer essas barreiras, é necessário que nos espiritualizemos, dominando a matéria que ora nos domina. Eis o que diz Emmanuel: "É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente o conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação".
Vamos ampliar esse conceito neste trabalho? Até lá.

domingo, 10 de junho de 2018

João, aliás, Elias

Com presença quase maciça dos integrantes do grupo, o "Jesus de Nazaré" realizou neste sábado a apresentação da palestra de Daniel Lyrio, treinee do programa de formação de jovens palestrantes da Cobem. Presentes estávamos Carminha, Waldelice, Nilza, Cláudia, Bia, Marilene, Marilda, Fernando, Quito, Jaime, Railza, Egnaldo, Cristiane, Regina, Valquíria, Lígia, Augusta, Iva, Eliete, Isabel, este coordenador e Stella Diamantino, monitora do treinamento de Daniel, que desenvolveu o tema "A reencarnação do profeta Elias".
Em sua palestra, Daniel, discorreu sobre a personalidade de Elias, que viveu cerca de 600 anos antes de Cristo, e narrou trechos da história desse profeta, conforme relatado nas crônicas bíblicas, até acontecer sua "arrebatação" aos céus. Depois, mostrou a a reencarnação como João, o batista, bem como a importância deste como arauto do Messias, fazendo a correlação desses fatos com os princípios básicos da Doutrina Espírita. Especificamente, ele destacou o capítulo IV de O Evangelho Segundo o Espiritismo ("Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo") e enfatizou, tomando o símbolo do renascimento, a necessidade de se proceder, diária e constantemente, à própria renovação moral, aproveitando a oportunidade da encarnação.
Após a exposição, a turma foi convidada a tecer comentários acerca da performance de Daniel e o resultado foi que praticamente todos o aprovaram como palestrante, ainda que Regina tivesse criticado a ansiedade dele. Carminha louvou a eloquência e a postura do candidato ao longo da apresentação, e Lígia destacou o domínio do conteúdo, enquanto que Marilda ressaltou a humildade do expositor e Railza fez menção à coragem que Daniel manifestou, submetendo-se às "feras" do "Jesus de Nazaré", como se fosse a personagem bíblica homônima levada à cova dos leões.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

João do Carneirinho

Junho é um mês festivo e comemora, catolicamente, três figuras da cristandade consideradas santas: o apóstolo Pedro, alardeado como o "fundador" da Igreja de Roma; o frade franciscano Antonio de Pádua, tido por "casamenteiro"; e o profeta João, o batista, em cuja homenagem o Nordeste inteiro queima fogos e acende fogueiras. E é justamente por João que o "Jesus de Nazaré" modificará seu programa habitual neste sábado, dia 9, apresentando uma palestra, em vez dos costumeiros trabalhos teórico-vivenciais. A razão é que a Cobem, tendo instituído um programa de formação de futuros palestrantes, tem propiciado oportunidades para o treinamento desses candidatos. Assim,  nosso Grupo, colaborando para o sucesso dessa iniciativa, receberá Daniel Lyrio (foto), trabalhador da Casa, para a abordagem relativa aos anúncios sobre a reencarnação no Evangelho, especialmente no tocante a João Batista, que era, segundo as palavras abalizadas do Cristo, o profeta Elias de volta ao proscênio terrestre. Nessa apresentação, os participantes poderão, ao final, dirigir perguntas a Daniel, a fim de dirimir dúvidas, caso haja, e/ou oferecer sugestões que possam servir para o aprimoramento do futuro palestrante. Também estará presente a essa atividade a tutora de Daniel em sua preparação, a também expositora e trabalhadora da Cobem Stella Diamantino.

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Rigor consigo e indulgência com o outro

Waldelice, Bia, Valquíria, Egnaldo, Carminha, Cláudia, Egnaldo Júnior, Augusta, Marilene, Jaciara, Quito, Regina, Marilda, Luiza, Jaime (visitante) e Fernando, que chegou com o trabalho já próximo do final, e este Coordenador, dublê e escriba, fomos os participantes da atividade realizada no sábado 2 de junho, versando sobre a indulgência, conforme o texto do item 16 do capítulo 10 ("Bem-aventurados os que são misericordiosos") de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Depois de lido o texto e feita breve introdução ou explicação pela Coordenação, foram distribuídas cópias de uma "Fábula da convivência" (texto abaixo) e desta consigna: "Como está seu relacionamento na família e no trabalho (ou dentro e fora de casa)?"
Para o desenvolvimento da atividade, a turma foi convidada a se reunir em duplas - com a chegada dos demais companheiros, as duplas se transformaram em trios - e assim refletiram melhor acerca da proposta colocada, antes que fosse aberta a partilha grupal. Chegado o momento, a Coordenação voltou a frisar os pontos-chave do texto evangélico e convidou aos comentários. Para Jaime, indulgência é uma virtude como o perdão, enquanto Jaciara falou ser "difícil quando vejo que o Evangelho diz que devo ser severa comigo mesma e indulgente com o outro, mas sou a primeira a necessitar de minha indulgência; quando julgo o outro é me colocando no lugar dele; quando me cobro, gasto uma energia muito grande".
Marilene, em seguida, declarou que deu-se conta de seu jeito na relação com as filhas - uma delas, casada -, acreditando interferir na vida de cada uma delas: "Eu cobro muito, principalmente da que já tem família", disse, acrescentando não ter "a capacidade de escutar e dizer que elas fizeram as próprias escolhas". Egnaldo, por sua vez, observou que "às vezes, você é mal entendido" e afirmou ser "razoável" seu relacionamento com os familiares, "na tentativa de conhecer melhor o outro"; segundo ele, "não me considero dono da verdade e tento conviver com a realidade, no aprendizado, graças ao Espiritismo; antes, [eu] era bem pior..."
Disse Carminha, fazendo um interessante jogo de palavras com o próprio nome, nas duas formas como é conhecida, ter "um relacionamento conflituoso com Maria do Carmo, que quer e faz sempre o contrário do que eu preciso". Já Luiza ponderou que "não podemos querer que os filhos sejam como nós; temos que aprender a viver", salientou, acrescentando que, para isso, ela se vale das mensagens do Espírito Joanna de Ângelis.
"Fora de casa, a gente usa as máscaras e é tudo uma maravilha", reparou Valquíria, oferecendo o contraponto: "Mas em casa é uma luta muito grande, porque aí somos nós mesmos"; segundo ela, "o Espiritismo é que explica o que acontece conosco e com a família, dando-nos condições de conviver para o aprendizado, mas não é fácil". Por seu turno, Quito salientou já ter tido problema no trabalho que interferiu dentro de casa, quando era sócio do próprio filho e este não aceitava suas ponderações: "Então me afastei, fui trabalhar sozinho e a vida ensinou a ele", afirmou, ressaltando que o filho admitiu, depois, que "eu tinha razão"; hoje, disse o companheiro, a relação entre os dois "é muito boa"; ele também explicou seu afastamento do grupo observando não ter interrompido o aprendizado e se ver "menos exigente em casa: eu era o problema, mas achava que eram os outros".

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Parábola dos porcos-espinhos
(Arthur Schopenhauer)

Durante uma era glacial, muito remota, quando o Globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem as condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Assim cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos.
Dispersaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas, essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.Os que não morreram, voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim, aprendendo a amar, resistiram a longa era glacial. Sobreviveram.
Moral da história
"Quanto mais nos ocupamos com a felicidade dos outros, maior passa a ser nosso senso de bem-estar. Cultivar um sentimento de proximidade e calor humano compassivo pelo outro, automaticamente coloca a nossa mente num estado de paz. Isto ajuda a remover quaisquer medos, preocupações ou inseguranças que possamos ter, e nos dá muita força para lutar com qualquer obstáculo que encontrarmos. Esta é a causa mais poderosa de sucesso na vida."

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Como porcos-espinho?

O trabalho deste sábado, 2 de junho, no âmbito do "Jesus de Nazaré" voltará a enfocar a questão dos relacionamentos, tendo por base a indulgência, conforme o que Allan Kardec dispõe no item 16 do capítulo 10 ("Bem aventurados aqueles que são misericordiosos") de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Segundo o texto evangélico, devemos ser rigorosos conosco mesmos quanto ao cumprimento de nossos muitos deveres, e indulgentes para com o próximo, isto é, não vermos o erro nem o defeito de ninguém, só as virtudes. É certo que muitas vezes somos prejudicados pelas atitudes equivocadas dos outros, mas o que interessa é e será sempre o bem que podemos fazer, tanto aos demais quanto a nós próprios. Relacionar-se bem com o próximo é, então, um desafio ao qual estamos submetidos diuturnamente e sem o que não lograremos a harmonia íntima nem a familiar ou social. "É preciso saber viver", como canta Roberto Carlos, e esse aprendizado não se consegue em apenas uma existência, mas é possível e necessário o exercício, em insistentes tentativas, procurando o jeito mais adequado de nos aproximarmos dos seres difíceis do convívio diário, a exemplo do que os porcos-espinho fizeram para não perecerem num desses períodos glaciais do passado da Terra. Ou seja: aproveitemos o calor um dos outros o mais cuidadosamente possível, a fim de que a partilha seja sempre salutar.
Vamos estudar?


segunda-feira, 28 de maio de 2018

Valorização da vida


Sob a condução de Simone Figueiredo, coordenadora do setor de Atendimento Espiritual da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), a Cobem realizou no sábado, 26 de maio, através do Departamento de Atendimento Fraterno, o seminário Valorização da vida: prevenção do suicídio. Em razão desse evento, o Grupo Jesus de Nazaré não se reuniu, mas alguns de seus integrantes compareceram, como Egnaldo, Valquíria, Waldelice,Marilda, Isabel, Carminha, Regina, Eliete e este Coordenador, aproveitando as preciosas informações divulgadas a respeito do suicídio, um mal, fruto da ignorância a respeito das finalidades da vida material, responsável pelo maior número de morte em todo o planeta.
Anotamos algumas das estatísticas apresentadas por Simone, dando conta de que, em nível mundial, os casos de suicídio estão entre 800 mil e um milhão por ano, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS, ligada à Organização das Nações Unidas), sendo 2.200 ocorrências por dia e uma a cada 40 segundos. É, segundo as estatísticas, a principal causa de mortes violentas (56%), acometendo principalmente homens (15 em cada 100 mil pessoas), enquanto entre as mulheres são oito em cada 100 mil.
Pensava-se que o suicídio fosse mais frequente nos países desenvolvidos, nas sociedades materialistas, mas Simone revelou esses casos são muito mais comuns nas nações de média e baixa renda, na ordem de 75,5% das ocorrências, superando o número de homicídios e registrando 437 mil casos anuais. Junto a isso, a Internet abriga 500 mil sites que estimulam e ensinam a prática do suicídio, que produz trágicas consequências sociais, emocionais e econômicas.

Subnotificação e esperança
No que respeita ao Brasil, nosso país ocupa o oitavo lugar em número de casos: 9,4 em cada 100 homens e 2,5 em cada 100 mil mulheres. Aqui, no entanto, as ocorrências são subnotificadas, isto é, nem todos os casos são registrados pelas autoridades policiais ou sanitárias; ainda assim, estima-se que haja 32 casos diários, dentre os quais tem aumentado muito a incidência entre os índios. Num período de dez anos - entre 2002 e 2012 -, esses casos cresceram 33,6%, superando o número de acidentes de trânsito (24,5%) e o índice de aumento populacional (11%).
Segundo Simone, as causas do suicídio podem ser biológicas, psicológicas ou psíquicas, sociodemográficas ou espirituais, com maior incidência entre jovens na faixa etária de 15 a 35 anos e idosos acima de 75 anos. Os fatores predisponentes mais apontados são a solidão, a tristeza, dificuldades financeiras, falta de expectativa ou sentido na vida material, traumas, exposição a situações violentas, ansiedade e transtornos de humor, dentre outros.
A palestrante mostrou também que 90% dos casos são evitáveis, a partir da adoção de medidas como evitar o sensacionalismo na abordagem do assunto, divulgar onde se conseguir ajuda, evitar repetir histórias de suicidas e apresentar exemplos de superação, além de esclarecer a relação entre suicídio e transtornos mentais. A partir do mês de julho, informou Simone, o Centro de Valorização da Vida (CVV) contará com um número direto - o 188 - para ligações gratuitas.
No final da primeira parte do seminário, Simone citou frase do escritor Marlon Reikdal, autor do livro O Desafio de Viver, para quem "o problema do suicídio está na literalização do desejo, na exigência imediatista de mudança e na interpretação materialista da vida".