domingo, 27 de abril de 2014

Questão de tempo...

A consciência de que somos espíritos e de que estamos na Terra para manifestar nossa compreensão e vivência da condição imortal parece estar ainda distante de nós, aprendizes do Espiritismo, a julgar pelo que o Grupo apresentou no sábado, 26 de abril, durante a apresentação do trabalho sobre A Nova Era, tópico das Instruções dos Espíritos fechando o primeiro capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Desta vez, a coordenadora Creuza Lage, atendendo a compromissos no Conselho Deliberativo da Federação Espírita do Estado da Bahia, não esteve presente às atividades, mas compareceram, além de Roberto e do coordenador Francisco, os companheiros Fernando, Railza, Bonfim, Eliene, Valquíria, Egnaldo, Marilda, Marlene, Lígia, Nilza, Waldelice, Ilca, Cristiano, Regina, Marilene e um visitante, Alessandro, que manifestou o interesse em fazer parte do "Jesus de Nazaré".
Do livro Caminho, Verdade e Vida, com que abrimos os trabalhos, coube-nos a leitura, seguida de comentários, do capítulo "Esforço e oração", no qual o Espírito Emmanuel diz-nos, através de Chico Xavier, que, além de rezarmos, subindo ao monte dos sentimentos nobres, devemos santificar nossas atitudes mais comezinhas. Na epígrafe de seu texto, o autor espiritual, repetindo passagem do Evangelho de Mateus (14:23), informa a solidão de Jesus durante o tempo em passa orando, em razão do que o coordenador Francisco aduziu que demoramos para ir ao Cristo, embora ele esteja conosco. Railza, contudo, afirmou que "vamos ao encontro de Jesus, sim, mas do nosso jeito"; Ilca revelou que lembra de Jesus na hora das dificuldades, como naquele célebre metáfora das "pegadas na areia"; Eliene questionou a necessidade da "presença física", comentando que "às vezes você está junto mas não está presente"; e Bonfim lembrou que, desde a partida física de Jesus deste mundo, "a humanidade não parou e Deus ajuda em nossa evolução"...
A distribuição dos textos integrais referentes às três mensagens espirituais constantes das Instruções dos Espíritos referentes à Nova Era iniciou o trabalho de Roberto, propondo a formação de respectivos subgrupos para leitura e análise das mensagens de Um Espírito Israelita, Fénelon e Erasto, com a incumbência de assinalarem o trecho mais significativo e, na partilha, informar o por quê. Os subgrupos formaram assim: 1 - Cristiano, Valquíria, Nilza, Railza, Ilca e Regina; 2 - Marilda, Fernando, Bonfim, Marlene, e Alessandro; e 3 - Egnaldo, Waldelice, Marilene, Lígia e Eliene. No entanto, todos passaram grande parte do tempo ocupados na leitura e reflexão acerca do texto e quando foram lembrados da tarefa coletiva não conseguiram cumpri-la a contento.
Aberta a partilha, o primeiro grupo destacou o trecho, na mensagem do Espírito Israelita, que trata do progresso da Humanidade, revelando que para isso são chegados os tempos demarcados por Deus; observaram, também, que "o Espiritismo é a alavanca da qual Deus se serve para fazer avançar a Humanidade"; assim, concluíram, espera-se o tempo em que as religiões sejam todas espiritistas. Ao segundo subgrupo coube a mensagem atribuída ao Espírito Erasto, tratando da conversão de Santo Agostinho como indício destes novos tempos e por isso destacou a mudança operada nesse que era considerado um dos pais da Igreja quando levava uma vida desregrada, o que levou essa turma a afirmar que "só se encontra a Espiritualidade, Jesus e Deus quando nos encontramos antes", de modo que "é necessário o preparo espiritual", como se deu com Paulo de Tarso, também citado na mensagem de Erasto, que foi discípulo do Apóstolo dos Gentios.
O terceiro subgrupo, por fim, abordou a comunicação do Espírito Fénelon e comentou que "o que é de ordem divina tem objetivo grandioso e útil"; também se ponderou aí que o aspecto religioso da Revelação deve ser preponderante, pois "voltando-nos à ciência ligamo-nos aos bens materiais e nos perdemos nas perturbações do mundo". Que é preciso fazer então? Eles disseram: "Temos de evitar nos dizermos pequenos e que não temos tempo (para o trabalho do Cristo), porquanto essas expressões não devem existir no vocabulário do espírita", uma vez que, conforme ressaltou Fénelon em seu texto, "o mundo está abalado em suas bases", exigindo uma nova postura dos seres conscientes desse processo.
Finda essa etapa da atividade, Roberto ofereceu à turma uma questão para reflexão e nova partilha: "De que modo uma revelação constitui uma revolução?" Para os comentários finais, a ordem de apresentação dos grupos se inverteu e os integrantes do terceiro subgrupo teve a primazia da palavra e referiram quatro passagens do Evangelho nas quais as palavras de Jesus provocaram alguma revolução: quando disse "não vim trazer a paz, mas a espada"; ao proferir o Sermão do Monte; ao explicar quem eram sua mãe, suas irmãs e seus irmãos; e quando declarou que os mortos enterrassem seus mortos; "tudo isso provoca uma revolução interna", disseram.
Em resposta à pergunta proposta por Roberto, em seu trabalho, o segundo subgrupo declarou que tal acontece quando se alteram os princípios e os conceitos vigentes, de modo que quanto maior o impacto da revelação, maior a revolução; a revelação, ponderaram, traz em si a verdade e nem todo mundo está preparado para ela. O Espiritismo, afirmaram, ainda é visto com reservas pela má compreensão do que a Doutrina representa, embora a preciosa colaboração de Chico Xavier junto aos Imortais tenha ajudando bastante para melhorar nesse entendimento. E o primeiro subgrupo, por sua vez, respondeu que a revolução se instala quando a revelação influencia nosso modo de ser, "ainda que nos encontremos como crianças espirituais"...
No fechamento do trabalho, Roberto considerou que através da leitura de certos textos e também da intuição vê hoje que o caminho é a seguir é o da prática da caridade, posto que "o Cristo veio nos chamar à reflexão sobre o que é amar verdadeiramente". Assim, disse ele, "vamos percorrer a via que leva ao ecumenismo, proclamando uma só religião, embora tenhamos ainda muitas questões a resolver e mazelas a sanar". Ele também recordou algumas palavras proferidas por Allan Kardec na célebre viagem realizada em 1862 pelo interior da França e algumas localidades da Bélgica para divulgação da Doutrina Espírita. Segundo Roberto, o Codificador declarou, na ocasião, que o movimento organizado pelos Espíritos revive as lições do Cristo...

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Novos tempos à vista

Roberto, enfim, fará o trabalho do próximo sábado, dia 27 de abril, sobre A Era Nova, tópico de O Evangelho Segundo o Espiritismo que reúne as mensagens das Instruções dos Espíritos, seguidas de uma Nota de Allan Kardec. Será ocasião de observarmos que já vivenciamos com alguma plenitude a Era do Espírito predita pelo próprio Cristo há mais de dois mil anos, quando afirmou que o Consolador, "o Espírito de Verdade que o mundo não pode ver porque ainda não o conhece", viria para restabelecer todas as coisas e completar seu ensinamento, ficando conosco até o fim dos tempos...
Até lá.


terça-feira, 22 de abril de 2014

Tempo de aliança

A Doutrina Espírita se expressa no tríplice aspecto de ciência, filosofia e religião, que nos orientam clareando a mente no rumo das conquistas espirituais. Entretanto, a Ciência e a Religião não conseguem se entender, embora se saiba que são as alavancas da inteligência humana. Mas os tempos são chegados e os ensinamentos do Cristo devem receber novos esclarecimentos, feitos pela ciência e pela religião. Não nos esqueçamos de que o Espiritismo, sendo a ciência transcendental da vida, caminhará paralelamente à Ciência ortodoxa, de acordo com a observação de Allan Kardec. Segundo o físico Albert Einstein, considerado o maior cientista do século XX, "a religião sem a ciência é cega e a ciência sem a religião é manca".

Com essas palavras iniciais Carminha desenvolveu sua apresentação sobre o segundo tópico do primeiro capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo ("Não vim destruir a lei"), que versa sobre a aliança da ciência e da religião. Antes disso, porém, a coordenação fez a leitura, seguida dos comentários dos presentes, sobre o quinto capítulo do livro Caminho, Verdade e Vida, de Emmanuel/Chico Xavier, intitulado "Bases", no qual o autor espiritual tece considerações acerca do discurso do cenáculo, ou da despedida, quando Jesus reúne seu colégio apostolar antes de ser preso, condenado e crucificado, e inicia a chamada última ceia lavando os pés desses discípulos, num ato de humildade. Segundo Emmanuel, esse gesto tem grande significado e, para que tenhamos bases seguras nos caminhamos que trilharemos a partir dos ensinos do Cristo, deveríamos pedir a Ele que nos lave não só os pés, mas também a cabeça e as mãos...
Dada a palavra a Carminha, ela distribuiu o texto ao participantes da atividade - Quito, Beatriz (em visita), Fernanda, Marilda, Luizinha, Magali, Fernando, Waldelice e Roberto (o feriadão explicou a ausência dos demais) - com as seguintes questões a serem respondidas: 1 - O que provocou o divórcio entre a Ciência e a Religião?; 2 - O que pode possibilitar a aliança entre a Ciência e a Religião?; 3 - Como você se posiciona nesse debate secular?; e 4 - O Espiritismo é ciência ou religião? A turma foi dividida em duplas (Luiza e Carminha se integraram com os coordenadores Francisco e Creuza) para os diálogos antes de apresentar as respectivas conclusões.
Aberta a partilha, a dupla formada por Fernanda e Quito lembrou o poder de manipulação da Religião, impondo-se pelo medo; mas o Iluminismo, no século XVIII, veio contrariar essa posição. Roberto, que fez dupla com Fernando, reparou que, enquanto no âmbito humano, uma instância se mostra à outra: "Quando a Ciência não encontra resposta para o que pesquisa, diz-se que isso está no campo do Divino"; já a Religião impõe-se pelo medo de um castigo de Deus... Magali, que dialogou com Beatriz, ponderou a dicotomia conhecimento versus fanatismo, de modo que a causa do divórcio entre Religião e Ciência é gerada pelo orgulho. Marilda, que havia trabalhado com Waldelice, recordou o fato de o conhecimento ser único no passado e que os abusos da Igreja provocaram a cisão, fomentando o desenvolvimento da Ciência: "As pessoas começaram a pensar de modo diferente da Religião", afirmou, acrescentando que o conhecimento não pode ficar nas mãos de uns poucos, em detrimento da maioria.
Para responder à segunda questão, Quito citou a necessidade do estudo aprofundado, para o qual é importante haver vontade. Fernando, por sua vez, argumentou que se o orgulho provocou a separação entre essas duas alavancas do saber humano, a aliança é só uma questão de tempo. Magali observou que a Ciência explica a Doutrina Espírita e Waldelice releu a ponderação de Kardec no ESE: "A fé dirigiu-se à razão, etc. etc.", enquanto Marilda afirmou que o conhecimento das leis divinas fará a aliança entre a Ciência e a Religião.
A terceira pergunta fez Quito colocar-se favoravelmente à essa propalada aliança. Roberto expôs que a consciência é o grande moderador nessas questões, afirmando ser necessário bom senso. Beatriz salientou have uma hora para a Ciência e outra para a Religião. Marilda disse não dissociar as duas correntes de pensamento.
E em resposta à última proposição, Fernanda declarou que no início Espiritismo era conceituado como ciência, ganhando no Brasil seu aspecto religioso, pela característica assistencialista que tomou no país. Roberto, Magali e Waldelice afirmaram que a Doutrina é tanto ciência quanto religião.
No encerramento da atividade, Carminha repetiu o conceito de Allan Kardec, bebendo também na fonte do Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita (EADE): "A ciência deve deixar de ser exclusivamente materialista e inteirar-se do elemento espiritual, e a religião deve aceitar as leis orgânicas e imutáveis da matéria. Dessa maneira caminharão juntas, fortalecidas, e uma nova luz resplandecerá, pois a fé se dirigiu à razão, e a razão não encontrando nada de ilógico na fé, o materialismo será vencido. É uma revolução que se opera e que deve ser cumprida, marcando uma nova era para a humanidade, porque são os desígnios de Deus, resultando na lei de progresso. A hora atual é a da vivência do Evangelho. Não mais como uma norma religiosa, superada e fanatizante, mas como cartilha de vida, um roteiro de redenção humana, no esforço continuado de cada um para aumentar a capacidade de amar, servir e compreender.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Ainda a lei

Historicamente, este fim de semana faz-nos relembrar os episódios da morte e ressurreição de Jesus, comemorados segundo a tradição católica. Para os espíritas, contudo, é tempo de recordar a missão do Cristo com a finalidade de vivenciarmos seus ensinamentos, focados, como Ele próprio observou, no cumprimento da Lei de Deus, que Allan Kardec conceituou, em O Livro dos Espíritos, como as leis morais da vida, dentre as quais se distingue a Lei de Amor, Justiça e Caridade. E bem a propósito, data bem mais significativa transcorre nesta sexta-feira, 18 de abril, representando mais um aniversário (o 157.°) da primeira grande obra da Codificação, através do qual o Espiritismo revelou-se ao mundo e à Humanidade. Neste "sábado de aleluia", portanto, voltaremos a nos debruçar sobre o primeiro capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo, procurando entender sobretudo como se dá (ou dará) a aliança entre a Ciência e a Religião. Essa parte do trabalho estará sob o encargo de Carminha - e não mais Roberto -, ficando a Coordenação responsável pelo primeiro bloco.
Até lá.


domingo, 13 de abril de 2014

Tempo de revelações

O segundo capítulo do livro Caminho, Verdade e Vida, de Emmanuel/Chico Xavier, intitulado "Segue-me tu", iniciou as atividades deste sábado, 12 de abril, no âmbito do Grupo, ante a presença de Valquíria, que fez o trabalho do dia, Carminha, Isabel, Jaciara, Fernanda, Ilca, Nilza, Marlene, Egnaldo, Roberto, Marilda, Lígia, Regina, Cristiano, Fernando, Iva, Marilene, Waldelice e Magali, além do coordenador Francisco (Creuza Lage encontrava-se viajando). para comentar as palavras de Emmanuel, Fernando, Isabel, Jaciara, Regina, Marlene, Iva e Valquíria usaram a palavra, referindo-se a práticas contrárias aos preceitos evangélicos, como o escândalo e o julgamento.
No desenvolvimento de sua apresentação sobre as três revelações, introduzindo as abordagens sobre o primeiro capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Valquíria pediu aos presentes que fizessem a leitura correspondente, em silêncio, após o que dividiu a turma em quatro subgrupos para a apreciação de duas consignas: a - apontar as características de cada revelação (Moisés, o Cristo e o Espiritismo); e b - analisar o aspecto tríplice da Doutrina Espírita. Os subgrupos ficaram assim formados: 1 - Isabel, Jaciara, Nilza e Waldelice; 2 - Fernanda, Regina, Fernando, Ilca e Roberto; 3 - Marlene, Egnaldo, Magali e  Carminha; e 4 - Lígia, Marilda, Marilene e Iva.
Chegado o tempo se serem apresentadas as conclusões, os representantes de cada grupo assim se expressaram:

1 - as três revelações vieram em sequência, de acordo com a capacidade de entendimento dos homens; as leis rigorosas de Moisés se deveram ao barbarismo do povo hebreu; o Cristo representou a suavidade do amor de Deus; e o Espiritismo já encontrou o terreno fértil para fazer germinar as sementes espalhadas por Jesus;

2 - se naquela precisaram do que Moisés ofereceu, para que se conhecessem as leis de Deus, hoje necessitamos de muito mais, de algo muito mais aprofundado; Moisés revelou sua autoridade pela disciplina férrea (Lei de Talião); Jesus mostrou sua autoridade pelo amor; o Espiritismo ressalta sua autoridade pelo ensinamento esclarecedor;

3 - os três momentos históricos propícios a cada revelação deveram-se à condição dos espíritos encarnados em cada época de transição: Moisés precisou divinizar o caráter das leis que implantou; Jesus trouxe uma nova forma de pensar sobre Deus e o Espiritismo consolida a mensagem cristã pautando-se no conhecimento da Verdade, explicando o que antes era visto como sobrenatural. Quanto ao tríplice aspecto da Doutrina, a mensagem do Cristo é a filosofia religiosa ligando-nos a Deus e a ciência é representada pelos fenômenos indicadores da comunicação entre os mundos físico e espiritual;

4 - o povo hebreu, o qual Moisés fora escolhido para libertar da escravidão no Egito, foi cativado pelos fenômenos mediúnicos produzidos através do grande profeta, que se tornou um legislador rigoroso, promulgando leis civis como se fossem divinas; Jesus modificou esse entendimento com a Regra de Ouro, que preconiza o amor aos inimigos e o perdão das ofensas ("o que se quer para si mesmo, faça-se primeiramente ao próximo"). O Espiritismo traz o tripé ciência, filosofia e religião como subsídios para a efetiva construção do Reino dos Céus no altar dos corações - o homem, no entanto, ainda busca a porta larga, dada nossa rebeldia quanto ao cumprimento da lei...

No fechamento do trabalho, Valquíria considerou a necessidade de burilamento dos homens no fulcro de cada uma das três revelações divinas, cuja sequência aproveita o relativo amadurecimento espiritual da Humanidade, dando-nos a certeza de que Jesus está sempre atento às condições do mundo por Ele criado, por ordem do próprio Deus.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Tempo de cumprir a lei

Caberá à companheira Valquíria a apresentação do trabalho deste sábado, 12 de abril, sobre o primeiro capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo - "Não vim destruir a lei". A abordagem de Valquíria enfocará principalmente as três revelações: Moisés, o Cristo e o Espiritismo, levando os participantes a recordar o aprendizado feito com o auxílio do primeiro módulo do EADE, há dois anos, quando nos debruçamos sobre o estudo comparativo entre o Cristianismo e as demais religiões.
Desta vez não teremos a presença da coordenadora Creuza Lage, que participa, em nome da FEEB, das atividades do 16
Até lá, portanto.

Eis nosso roteiro:

1 - Prece
2 - Leitura de capítulo do livro "Caminho, verdade e vida" (Emmanuel/Chico Xavier)
3 - Apresentação de Valquíria
4 - Fechamento
5 - Avisos
6 - Prece final

domingo, 6 de abril de 2014

Questão de autoridade

Na abordagem do segundo tópico - Autoridade da Doutrina Espírita - da Introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, realizada durante as atividades do "Jesus de Nazaré" no sábado (5 de abril), reportamo-nos às considerações de Allan Kardec acerca do Controle Universal do Ensinamento dos Espíritos, explorando um fato atual: a proliferação de livros ditos mediúnicos de conteúdo questionável. A esse respeito, a coordenadora Creuza Lage tratou da condição de expositores da Doutrina que dizem "bobagens" em suas palestras, comprometendo a pureza do Espiritismo. Conforme estabelece o Codificador, o que conta no ensino dos Espíritos - e que deve ser propagado à exaustão nas Casas Espíritas - é o caráter  exclusivamente moral e não as revelações que eles nos façam, as quais devem ser tidas como opinião pessoal.
O trabalho, que viu o retorno de Francisco Faraday, mais conhecido como Quito, teve a participação de Carminha, Valquíria, Lígia, Railza, Egnaldo, Nilza - uma nova integrante -, Marlene, Isabel, Ilca, Cristiano, Fernando e Roberto - que trouxe a faixa com a palavra "equilíbrio" para afixar na parede a fim de recordarmos o compromisso firmado desde o primeiro dia -, mais Maria Luiza, Mailda, Regina, Waldelice e Magali, além deste escriba, o coordenador Francisco.
Logo após a prece de abertura, Creuza procedeu à leitura de mais um capítulo ("Examina-te") do livro Caminho, Verdade e Vida, de Emmanuel/Chico Xavier, no qual o autor espiritual, citando passagem de Atos dos Apóstolos, afirma que "cada um fará conforme sua posição evolutiva. Sobre esse texto, Quito, Isabel, Valquíria, Regina, Ednaldo, Roberto e Railza fizeram comentários, com intervenções dos coordenadores, que fecharam esse bloco recordando a primeira das Instruções dos Espíritos no capítulo XVIII do Evangelho ("Sede perfeitos"), sobre o dever.
No final dos trabalhos, Valquíria foi eleita para apresentar a atividade do próximo encontro, dia 12 de abril, abordando o primeiro tópico do Capítulo I de O Evangelho Segundo o Espiritismo ("Não vim destruir a lei"): "As três revelações: Moisés, o Cristo e o Espiritismo.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Teste de esforço

Neste sábado, 5 de abril, vamos continuar e logo encerrar a abordagem da Introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, tecendo comentários rápidos sobre os itens I - Objetivo da Obra - e II - Autoridade da Doutrina Espírita, no que concerne ao Controle Universal do Ensino dos Espíritos. O motivo disto é que já iniciaremos os trabalhos individuais nos próximos encontros, marcados para os dias 12 e 19 de abril, quando dois dos integrantes do Grupo deverão explorar os temas do Capítulo I ("Eu não vim destruir a lei"): a saber: As Três Revelações e, depois, Aliança da Ciência e da Religião, deixando A Era Nova para mais tarde. Como se percebe, o mês de abril começa sob o signo do esforço, como a indicar nossa condição, preconizada por Allan Kardec: "Reconhece-se o verdadeiro cristão pelos esforços que faz para domar suas más inclinações"...

Roteiro

1. Prece
2. Desenvolvimento
2.1. Identificação dos companheiros que vão apresentar trabalhos nos dias 12 e 19
2.2. Abordagem de tópicos da Introdução
3. Fechamento
4. Avisos
5. Prece final